Postais do Exílio (135): Farol de Mussar

O Farol de Mussar jamais teve uma lâmpada. Seria inútil. Por mais potente que fosse, nenhuma fonte de luz seria capaz de atravessar o nevoeiro que cobre aquela região quase permanentemente. Em vez disso, é um farol sonoro. A cada meia hora, emite uma sirene que alerta os navegantes para a proximidade da costa.

Atualmente, o serviço é feito com auxílio de alto-falantes e um sistema de som programado eletronicamente. Quando o farol foi construído, porém, era preciso soprar um corne que subia em espiral da base da construção até o seu topo, a 22 metros. Os faroleiros, então, eram escolhidos especialmente pelo seu fôlego.

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