Biblioteca de Babel (121): Poesia Líquida

Neste século tacanho
À poesia antipático
Só um estro homeopático
Só versos deste tamanho!
(Péthion de Villar)

Poesia Líquida é uma série constituída por diversas garrafas cheias de água.

Não de qualquer água, evidentemente. Água do mar, especificamente de uma praia onde, certo dia, poetas de várias gerações, estilos e escolas se reuniram para escrever seus versos na areia. A maré alta logo apagou a poesia, mas – conforme ensinam os preceitos homeopáticos de Samuel Hahnemann – a sua memória ficou impregnada no líquido que ela agitou.

Cada garrafa é, assim, mais que uma antologia: é uma síntese, uma expressão pura do que seja a essência da poesia. Imperceptível, como não poderia deixar de ser.

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