Biblioteca de Babel (117): Voo Cego

É a primeira graphic novel já publicada com todos os quadrinhos em branco. Sem cenário, sem personagens (visíveis), sem texto.

Quem lê (lê?) encontra apenas as páginas diagramadas, com a grade de quadros partindo do padrão clássico americano, de duas colunas com tres paineis em cada, para aos poucos introduzir variações, aumentando alguns deles, reduzindo outros, explorando formatos diferentes. As vezes um quadro invade outro, às vezes um formato inusitado se repete por páginas a fio em diferentes posições.

Voo Cego já foi considerada não uma história em quadrinhos, mas uma partitura: sua aventura gráfica seria apenas uma forma de notação de uma complexa estrutura rítmica. Mas isso é apenas para quem não consegue enxergar a história.

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