Folhinha (32): Noite das Fogueiras

Na noite de 16 de setembro, todos devem jogar alguma coisa na fogueira dos Santos Cornélio e Cipriano.

A devoção, ainda observada hoje em alguns povoados da região de Calisto, onde Cipriano foi sepultado, se origina da admiração que os dois receberam ao renunciar a todos os bens para se manterem fieis à fé cristã. Queimar coisas em homenagem aos dois é uma prova de abnegação e desapego. Quanto mais precioso o bem ofertado, maiores as graças obtidas no próximo ano.

A cerimônia chegou a ser proibida em 1739, quando três pessoas foram queimadas vivas. As fogueiras clandestinas arderam ano após ano até 1762, quando foram novamente autorizadas, porém sob vigilância.

O que quer que sobre intocado pelo fogo na manhã seguinte pode ser apropriado por qualquer pessoa. Dizem que traz boa sorte.

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