Dramatis Personæ (186): Edna

Pratica o que ela mesmo chama de escultura passiva.

Desistiu de criar ela mesma uma forma perfeita, ou mesmo bela, dedicando-se em vez disso a procurá-la no mundo. Da mesma forma que Rodin tirava da pedra aquilo que era excesso para revelar a escultura que sempre esteve lá, Edna tira dos seres (ready-mades dadaístas, maçãs, detritos, aparas de unha) o seu entorno imperfeito para descobri-los como obras.

Seu último trabalho é simplesmente o Universo. Em tamanho natural.

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