Biografemas (11): Charles Lindbergh

Em 1927, quando decidiu que tentaria ser o primeiro homem a cruzar o Atlântico num voo solo, Charles Lindbergh, também pela primeira vez na vida, sentiu medo. Já havia sofrido vários acidentes pilotando a sua fiel Jenny (um biplano Curtiss JN-4). Mas aquela era uma viagem em que, pela primeira vez, não poderia correr riscos.

Foi por isso que, pela primeira vez, procurou Nana Ayea, sacerdotisa vudu que vivia numa casa à beira do Mississipi.

Nana ouviu o aviador, e deu logo a resposta. Para ter sucesso, Lindbergh precisaria pedir licença a Papa Legba, o primeiro que deve ser invocado. O avião teria que levar seu nome.

A essa altura, o avião que seria usado na travessia estava em construção e era chamado de Ryan NYP (iniciais de New York – Paris, pontos de saída e chegada previstos). Lindbergh rebatizou-o de Spirit of St. Louis, oficialmente para homenagear a sua cidade. Mas o verdadeiro espírito celebrado era o iwá que abriu os caminhos.

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4 Respostas para “Biografemas (11): Charles Lindbergh

  1. Êta costão de pedra dos hômi brabo do mar!

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