Biblioteca de Babel (68): Autólogon

O Autólogon escreveu-se a si mesmo.

O ato de contar sua própria história fundou sua consciência, que se materializou na narrativa.

Nas últimas páginas, percebe-se a sua angústia de saber que o ponto final trará sua morte. Talvez por isso o epílogo se arraste numa reflexão em que interroga-se se cadalivro não é, efetivamente, uma outra versão do Autólogon. Ou se cadaser humano não é ele mesmo também um Autólogon.

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