Dramatis Personæ (124): Durvalino

Criou a sua própria sociedade secreta, a Confraria Adamantina. Tão secreta que só ele mesmo a conhecia. E assumiu o título de Grão-Mestre Condutor.

Mais tarde, chegou à conclusão de que, para ser de fato uma sociedade, a Confraria precisava de pelo menos mais um membro. Convidou um conhecido, de absoluta confiança. Mas arrependeu-se e matou-o para garantir a manutenção do sigilo.

O assassinato de um irmão adamantino tinha que ser punido com a expulsão, e Durvalino não fugiu à responsabilidade. Mas, sentindo falta do bom ambiente da confraria, fundou outra sociedade secreta, a Liga de Mármore. E o ciclo se repetiu.

Até agora, já se expulsou de dezoito irmandades depois de assassinar o segundo membro de cada uma.

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