Biografemas (4): Alfred Hitchcock

Hitchcock era apenas um jovem aspirante a diretor nos anos 20, trabalhando com nomes consagrados como F.W. Murnau e tentando aprender alguma coisa nos sets de filmagem da Babelsberg, na Alemanha. Chegou a estrear em 1925 com “The pleqasure garden”, um completo fracasso.

Para piorar a situação, sua própria mãe, a quem levou para a estreia, detestou o resultado. E disse que não acreditava que o filho fosse capaz de dirigir um filme de verdade.

O jovem cineasta, pela primeira vez na vida, enfrentou a mãe. E afirmou que, para provar que era um diretor, apareceria em seu próximo filme.

Dois anos depois, em 1927, estreou na Inglaterra o primeiro sucesso de Hitchcock, “The Lodger”. E também o primeiro filme em que fez um de seus “cameos” – aliás, dois: primeiro como um repórter numa redação e depois como um dos rostos na multidão que assiste a uma ação policial. Era o recado do filho incompreendido, que se repetiria dezenas de vezes, tornando-se uma marca registrada, em obras-primas como “Os 39 degraus”, “Um corpo que cai” e “O homem que sabia demais”.

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