Bestiário (64): Borboleta-vampiro

Ao contrário das outras espécies de borboleta, não dispõe da pequena tromba para sugar o néctar das flores. Em vez disso, sua boca é dotada de numerosos e minúsculos dentes serrilhados. Com eles, ataca suas vítimas, rasgando a pele, abrindo as veias e sugando o sangue.

Normalmente age sozinha, alimentando-se e indo embora antes que a vítima sequer perceba o que aconteceu. Mas às vezes um paná-paná se forma e ataca pequenos animais, como roedores. Em poucos segundos, sobra um cadáver sem uma gota de sangue no corpo.

Há poucos casos de ataques a seres humanos. Mas pode acontecer.

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5 Respostas para “Bestiário (64): Borboleta-vampiro

  1. paná-paná!

    R. Eu sabia que um dia ainda ia conseguir usar essa palavra.

  2. EU SABIA. É isso que acontece quando as lonômias ficam adultas.

    R. E eu nem falei da alimentação das larvas.

  3. Tenho medo das lagartas que viram essas borboletas!

    R. Os ovos são venenosos e as crisálidas podem provocar cegueira. Quer mais?

  4. Pingback: Mais estranho que a ficção (2) | Almanaque

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