Bestiário (52): Maleec

O tatu gigante da Austrália é bem diferente dos tatus sul-americanos. E a maior diferença nem está no tamanho — apesar de oito metros de diâmetro serem mais que o suficiente para justificar o apelido de “gigante”. O que ele tem de mais curioso é o fato de se alimentar apenas de rochas, e por isso viver sempre no subsolo, jamais subindo à superfície.

Biólogos e geólogos australianos que vêm traçando a rota do Maleec nos últimos anos prevêem que ele chegará a Canberra no outono de 2011. Se nada for feito para mudar a sua trajetória, o monstro destruirá o metrô e todos os canais subterrâneos da cidade

Até agora, a opção mais viável apresentada para evitar a catástrofe foi a de “enriquecer” uma trilha de rochas no caminho, desviando para norte o curso do Maleec. Para isso seriam necessárias injeções de quartzo em vários pontos do território.

Por mais estranho que pareça, é possível que o Maleec não seja o último de sua espécie. Os outros tatus gigantes litófagos, porém, viveriam todos sob o fundo do mar, o que tornaria bem mais difícil a sua localização.

Três machos em briga por uma fêmea no cio podem ter causado o terrível maremoto de dezembro de 2004 no Índico.

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