Biblioteca de Babel (25): Visões

Jules Verne previu as viagens espaciais, Monteiro Lobato errou por meros 20 anos a chegada da internet e a disputa entre Obama e Hillary, Arthur C. Clarke antecipou o princípio dos satélites geoestacionários. Mas nenhum deles se compara a Nunálvares de Castro, escritor português do início do século XVI.

Em Visões (1512), Nunálvares de Castro escreve sobre os autores do futuro. E nas suas páginas figuram como personagens os supracitados Verne, Lobato e Clarke, entre muitos outros. Já começa prevendo o próprio conceito de romance, ainda inexistente à época. E narra com impressionante exatidão o desenvolvimento de uma literatura futura, que anteciparia as descobertas da ciência.

Segundo Nunálvares, nas primeiras décadas do século XXI um autor africano escreverá o último dos romances.

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