Folhinha (9): Ooladag

A tradução mais próxima seria “Dia do Grito”. E é justamente isso o que se faz no Ooladag: grita-se do amanhecer até a noite, enquanto houver pulmões.

Há uma lenda em torno de um personagem que teria afugentado o demônio aos gritos, e a sua história é representada — por atores que se esgoelam no palco, e evidentemente vestidos de cores berrantes. E bebe-se muito nut, um aguardente de gengibre que, em tese, ajuda a preservar a voz.

Mesmo com todo o nut, o dia seguinte ao Ooladag, embora não tenha um nome específico, é o mais silencioso do ano.

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