O espanhol Ramon Ferrer i Cancho, um especialista em sistemas, estudou o comportamento dos golfinhos na superfície da água. E descobriu que os seus padrões obedecem à mesma lei de economia dos sinais que rege a linguagem humana.
Ferrer i Cancho, ao lado do britânico David Lusseau, percebeu que os movimentos mais comuns dos golfinhos são os que utilizam menos elementos. Analogamente, nas línguas humanas as palavras mais usadas são as mais curtas, enquanto as mais longas são raramente empregadas.
Os dois cientistas não afirmaram que os golfinhos falam com suas batidas de nadadeira e movimentos de cabeça. Mas registraram sistemas compostos de padrões, que seguem os mesmos princípios usados pelos primeiros humanos a esboçar uma língua.
Se de fato isso for uma constante, podemos supor que seres com um número de sinais ainda mais reduzido, como anêmonas e esponjas, apenas falam uma língua mais simples que a nossa. Talvez até estejam o tempo todo se comunicando em linguagem binária.
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Ben Atkinson-Willes é um estudante de Design de 22 anos. Seu projeto de conclusão de curso na Universidade de Kent, no Reino Unido, foi um quebra-cabeças especial para pacientes de Alzheimer. E funcionou.






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