O canto do merineu, assim como os flocos de neve e os padrões de manchas das orquídeas-anãs, nunca se repete.
Mesmo assim, observadores atentos (e com um ouvido relativamente treinado) conseguem apontar certos padrões. Cada merineu tem a sua afinação específica, e seu compasso invariável. As fêmeas selecionam os parceiros para o acasalamento conforme seus próprios padrões harmonizem-se ou não com os dos machos que as cortejam.
(Dizem que o compositor Sibelius tinha um viveiro com um casal de merineus, e do seu canto tirou boa parte da sua Valsa Triste e da suíte Karelia.)
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