Já houve protestos de associações de defesas dos animais contra a fabricação dos cadernos Moleskine, pela suposição errada de que eram feitos de mole skin (pele de toupeira, em inglês). Não são: nem de couro e nem de moleskin, nome de um tecido rústico e resistente, de algodão.
O primeiro Moleskine, na verdade, deve o nome a seu criador, o artesão Andrea Moleschini (1832-1903). Seus cadernos feitos à mão eram os preferidos de escritores como Alfred Jarry e Max Jacob, além de receberem rascunhos de Henri Rivière. Camille Saint-Saëns não chegou a compor num caderno de Moleschini, mas usou diversos deles como diários.
Com a morte do artesão italiano, a produção dos cadernos também se extinguiu. Só décadas mais tarde o nome seria adaptado pela companhia italiana que hoje manufatura os moleskines.
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