Afirma ter sido o primeiro cientista a clonar com sucesso um anjo da guarda.
Impedido pela legislação de tentar clonar seres humanos, percebeu que não havia restrições a experiências com espíritos puros. E agora pretende obter clones também de serafins e querubins. Arcanjos são uma possibilidade teórica, porém demandariam décadas de pesquisas e um nível de recursos proibitivo, explica.
É claro que seu trabalho atrai críticas. O comitê de ética da Universidade teme que o anjo usado na experiência seja um demônio disfarçado, e que Rubijn, sem saber, esteja na verdade clonando hostes infernais. Alguns bioteólogos já prevêem uma elevação no nível de tentações que obrigue a uma nova ampliação na lista de pecados capitais.
Rubijn responde que isso é pura inveja.

