Antigamente, todo restaurante de alto nível contava com um profissional encarregado de experimentar todos os pratos que constavam do cardápio. Aqueles que não passavam pelo seu crivo eram sumariamente retirados.
De delir (apagar) e cioso (cuidadoso) criou-se o nome dado ao encarregado de zelar pela qualidade dos pratos. As receitas que ele aprovava levavam uma espécie de visto, a marca de “delicioso”, que num processo de inversão de sentido passou a significar “gostoso”, “saboroso”.

